16 de janeiro de 2012

Corações desenhados

Adoro estes momentos tão (e só) nossos, em que a lareira encandeia as vistas da Dedinho, a B. ronca como uma pequena porcina fofinha e inocente aos nossos pés, depois de termos dissertado sobre Kant, dividido um pequeno átomo e debatido os quadros que vimos na exibition da L. e nós fazemos amor incandescente ao som do ronronar da M.
Termos tempo para sermos íntimos, é o que mais importa na vida deste casal aqui de casa. Termos tempo para isto que se está a passar agora mesmo (gemo de prazer neste instante), sem internets, nem computadores, nem facebiuque que nos alienem da realidade esplendorosa que é a nossa vida a cinco, é do que a vida deve ser feita.
Olhem só, neste momento o R. e o D. acabaram de entrar a pedirem-me que lhes leia mais um pouco da Crítica da Razão Pura. Have to go, sorry.
Bisoux

1 comentário:

pedro morais correia disse...

Olha estou para aqui sem saber que cerveja escolher para acompanhar uns kants bem passados. Acompanho com uma schopenhaur ou uma Wittgenstein fresquinha?